Segundo o Jornal Contábil, a digitalização definitiva dos documentos fiscais no Brasil, com a consolidação de modelos como NF-e, CT-e e NFS-e, elevou o nível de exigência sobre a guarda e a organização dos arquivos XML, transformando essa prática em um pilar do compliance tributário e da segurança jurídica das empresas. O artigo destaca que a responsabilidade pela integridade e autenticidade dos documentos digitais é exclusiva do contribuinte, emitente ou destinatário, sendo o XML o único documento com validade legal para comprovação de operações e créditos tributários. A ausência desses arquivos pode gerar multas elevadas, mesmo que a operação tenha sido realizada e paga, e o prazo geral de guarda é de cinco anos, podendo se estender em caso de litígio. Diante desse cenário, o texto ressalta a importância de governança documental robusta, com uso de tecnologia, backups em nuvem e políticas de redundância, para reduzir riscos fiscais e evitar passivos inesperados em auditorias.
Fonte: Jornal Contábil